terça-feira, 8 de maio de 2012

Alegre como as joaninhas

Não sei a data certa, mas já lá vão cerca de vinte e cinco anos desde o dia em que me deparei com os teus olhinhos doces e, simultaneamente, malandros, como que a provocar-nos e a dizer-nos "...olha que estou aqui. Posso parecer um anjo, mas não sou!...Depois, não digas que não te avisei...". Mas, tinhas realmente muito de anjo. Claro que eras uma criança brincalhona, mas bem educada e tinhas uma particularidade que me  encantava: irradiavas alegria, parecendo sempre uma joaninha a saltar de flor em flor, para agradecer a dádiva  por estares viva. Para além destas características, eras uma criança meiga, simples, com o teu lugar bem definido no teu meio envolvente, sem nunca precisares de exposição, até porque eras dotada de um sentido natural de partilha que fazia de ti a pessoa certa para construir um mundo melhor e mais justo. Foi para mim gratificante ter-te conhecido e desejo-te as maiores felicidades do Mundo.

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